Quem

Somos uma multidão, uma rede aberta em expansão na qual todas as diferenças podem ser expressas livre e igualitariamente, uma rede que proporciona os meios da convergência para que possamos trabalhar e viver em comum. A multidão que é composta de inúmeras diferenças internas que nunca poderão ser reduzidas a uma unidade ou identidade única – diferentes culturas, raças, etnias, gêneros e orientações sexuais; diferentes formas de trabalho; diferentes maneiras de viver; diferentes visões de mundo; e diferentes desejos.

Somos uma multidão, uma rede aberta em expansão na qual todas as diferenças podem ser expressas livre e igualitariamente, uma rede que proporciona os meios da convergência para que possamos trabalhar e viver em comum. A multidão que é composta de inúmeras diferenças internas que nunca poderão ser reduzidas a uma unidade ou identidade única – diferentes culturas, raças, etnias, gêneros e orientações sexuais; diferentes formas de trabalho; diferentes maneiras de viver; diferentes visões de mundo; e diferentes desejos. A multidão é uma multiplicidade de todas estas diferenças singulares, assim, compõe-se potencialmente de todas as diferentes configurações da produção social – Remixado de HARDT e NEGRI, 2005.

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A i-Motirõ conta com diversos colaboradores e atua de maneira descentralizada acreditando em ações e colaborações baseadas na espontaneidade, as responsabilidades atribuídas a cada um são dadas pelos próprios atores, a vinculação ao coletivo é não contratual, ou seja, cada um pode sair ou participar no momento que lhe for mais conveniente, a presença de lideranças emergem naturalmente e de forma não hierarquizada, a revisão e a seleção das produções é feita pelos próprios atores e o ritmo de produção e participação junto ao coletivo é dado pela disponibilidade de tempo de cada um, contudo um grupo vêm se mantendo sempre unido, sendo essas as pessoas:

Adriano Belisário

É editor do site da Revista de História da Biblioteca Nacional e coordenador do Pontão de Cultura Digital da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui formação em Comunicação Social (UFRJ) e Filosofia (UERJ). Como jornalista, conta com artigos e dois livros publicados: “Ponha-se na rua – Fatos e Curiosidades do Rio de Janeiro de D. João VI” e “Comunidade e Contra-Hegemonia: Rotas de Comunicação Alternativa”. Possui experiência na área multimídia, tendo trabalhado no Curta o Curta, primeira distribuidora de curta-metragens do país, além de ter realizado trabalhos em vídeo. Desenvolve ainda pesquisas sobre acesso ao conhecimento na rede, “propriedade intelectual” e software livre aplicado na criação audiovisual.

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Surian dos Santos

Pesquisador, artivista, amador e entusiasta de diversos movimentos que lhe cativaram como: bricolagem, software/hardware livres, copyleft, agroecologia, formas alternativas de economia, auto-gestão, mídia tática, estêncil, zines, rádios e tv’s livres, produção e composição musical, eletrônica lúdica, luthiaria, (psico)acústica, kung fu, permacultura, alimentação viva, meditação, e ações que visem a harmonia, auto-sustentabilidade e a troca de conhecimentos. >>><<<

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Tadzia Maya

Estuda cultura livre e software livre desde a graduação em jornalismo na Uerj (2005). Faz parte da coordenação da Escola da Mata Atlântica e é Griô aprendiz dos caiçaras da Reserva da Juatinga pelo projeto Raízes e Frutos (UFRJ). Hoje pesquisa o conceito de bens comuns e atua na defesa das sementes crioulas. É aprendiz de capoeira angola e agroecologia e por isso planta umas bananeiras e umas hortas medicinais por aí. Professora de vídeo do Ensino Médio Integrado (EMI) em Petrópolis. links: www.escoladamataatlantica.org, www.raizesefrutos.wordpress.com e www.emipetropolis.wordpress.com Leia mais no currículo ampliado e no Currículo Lattes

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Marcelo Maciel

Pesquisa e trabalha com software livre desde 1996 quando ingressou na universidade. As áreas de atuação englobam administração de sistemas linux, suporte técnico em software livre, desenvolvimento e manutenção de software, engenharia de software, análise de sistemas, gestão e segurança da informação além de outras relacionadas ao software livre. É ainda ativista/entusiasta da comunicação, do software livre, do rádio livre, da cultura livre, da metareciclagem e dos direitos dos animais. Simpatizante da agroecologia estuda teoria quântica de campos e é músico amador.

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Alissa Gottfried

Educadora Popular Conectiva, graduanda em Artes visuais na UFRGS, desenvolveu o jogo de RPG Comunativo para trabalhar com produção literária em periferias e projetos sociais. Este ano criou a editora educadora Ecoaecoa onde publicou seu primeiro livro em parceria com Felipe Nunes. Em Porto Alegre desenvolveu o RPG Comunativo por 5 anos e quando trabalhou como educadora do Pontão de Cultura Digital Minuano desenvolveu o RPG com metareciclagem por um ano. Mais detalhes: Rede Social SL e Portifólio web.